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 Sexta-Feira, 01 de Dezembro de 2017
Secretaria Saúde
Dia Mundial de Luta Contra a AIDS é destaque em palestra no Centro de Eventos
Autor: Angela Fogaça
Assessoria Assessoria

Hoje, 1º de dezembro, é considerado o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, mas a prevenção deve ser um hábito constante, portanto as Unidades Básicas de Saúde estão com camisinha à disposição para distribuição durante o ano todo.

Somente neste ano, o município de Colíder registrou quatro mortes por AIDS. A coordenadora do Departamento de Vigilância em Saúde, Angela Paixão, alerta que é muito baixo o número de pessoas que retiram preservativos oferecidos em todas as unidades de saúde, gratuitamente. Isso reflete que a prevenção entre os colidenses com uso de preservativo é baixa.

Foi realizada ontem, no Centro de Eventos de Colíder, uma palestra sobre o tema, que focou a prevenção, os riscos e um resumo da epidemia no Brasil.

O departamento de Vigilância em Saúde orienta que caso a pessoa tenha se exposto a uma situação de risco se informe na sua Unidade Básica de Saúde sobre os exames a serem realizados.

O Brasil é o país mais populoso da América Latina e também o que mais concentra casos de novas infecções por HIV na região. O país responde por 49% das novas infecções – segundo estimativas mais recentes do UNAIDS -, enquanto o México responde por 13% das novas infecções.

Em 2016, havia 830.000 pessoas vivendo com HIV; Em 2016, estima-se que tenham ocorrido 48.000 novas infecções pelo HIV.

De acordo com dados do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, o crescimento de AIDS na juventude (15 a 24 anos) continua sendo uma preocupação importante e as ações nesse segmento tem de ser intensificadas.

De 2006 a 2015 a taxa de detecção de casos de AIDS entre jovens do sexo masculino com 15 a 19 anos quase que triplicou (de 2,4 para 6,9 casos por 100 mil habitantes) e entre os jovens de 20 a 24 anos, a taxa mais do que dobrou (de 15,9 para 33,1 casos por 100 mil habitantes).

Algumas populações são mais afetadas que outras. Enquanto as estimativas mostram que 0,39% da população geral esteja vivendo com HIV no Brasil – dado referente ao Boletim Epidemiológico de HIV/AIDS de 2015 -, entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), essa prevalência cresce para 10,5% – segundo os últimos dados reportados pelo Brasil.

Ainda segundo dados do Boletim Epidemiológico de HIV/AIDS de 2016, existe uma tendência de aumento na proporção de casos de AIDS em homens que fazem sexo com homens (HSH) nos últimos dez anos, a qual passou de 35,3% em 2006 para 45,4% em 2015. Outras populações afetadas no Brasil são as pessoas que usam drogas e profissionais do sexo.

Fonte: dados mais recentes do Ministério da Saúde

 

(HIV/AIDS) Assim pega

 

– Sexo vaginal sem camisinha;

 

– Sexo anal sem camisinha;

 

– Sexo oral sem camisinha;

 

– Uso de seringa por mais de uma pessoa;

 

– Transfusão de sangue contaminado;

 

– Da mãe infectada para o filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;

 

– Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados;

 

(HIV/AIDS) Assim não pega

 

– Sexo com o uso correto da camisinha;

 

– Masturbação a dois;

 

– Beijo no rosto ou na boca;

 

– Suor e lágrima;

 

– Picada de inseto;

 

– Aperto de mão ou abraço;

 

– Uso compartilhado de sabonete, toalha ou lençóis;

 

– Uso compartilhado de talheres e copos;

 

– Assento de ônibus;

 

– Piscina;

 

– Banheiro;

 

– Doação de sangue;

 

– Pelo ar;

 

Pegue camisinha na sua Unidade de Saúde, é grátis!

Se informe na sua Unidade de Saúde e faça o exame! Não fique na dúvida!



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